sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Sem título, sem rótulo... Porque a gente nunca cabe em poucas linhas...

Eu preciso da minha solidão.
Eu sumo. Eu,às vezes preciso escafeder e
se você acha que isso seria um medidor
de confiabilidade,uma pena pra você. 
Eu esqueço aniversários, eu não me apego a horários e nem ao tempo que todos dizem ser o certo.
Eu não sei o que quero da vida, e não acho nem certo e nem errado não saber, eu somente, não sei.
E acredito que a qualquer hora, essa luz bata em mim, como o sol na janela do meu quarto, no fim da tarde.
Eu preciso da minha música e eu preciso, 
mesmo que seja só na minha cabeça romantizar tudo, mesmo que na hora do vamos ver, eu seja a mais realista de todas.
Na verdade, nem sei se sou. 
Acho que finjo que sou mas no fundo de mim, sempre 
tem aquela esperança da reviravolta no último ato. 
E fingir ser pé no chão, no final das contas, é ser... 
Mesmo que seja um pouco.
Eu sempre espero que me vejam mesmo quando 
eu não quero ou por alguma razão não me mostro. 
Espero que me descubram,como nos filmes. 
Eu tenho talento especial pras situações complicadas, eu gosto. Sim!
Sou temperamental. 
Sou mesmo e não é tão ruim.
Não espere em mim ,uma babá.
Não espere de mim, uma eterna mãe que vai alisar sua caixa craniana sempre que 
você fizer alguma besteira.
Mas espere de mim sinceramente, alguém que vai te ajudar a enxergar e esperar de todo o coração que você seja alguém ou pelo menos “queira” ser alguém que melhore, que faça com o seu pior um melhor, a cada dia.
Espere de mim ,ombro, ouvidos, torcida.
Mas não espere que eu faça festinhas quando você chega. 
Não espere confetes, eu os guardo pro Carnaval e logo em seguida, eu lembro ...
Odeio Carnaval!
Mas espere que eu  me mostre claramente do lado em que eu me encontro. Porque pra mim, não há como não ser, não mostrar, não delinear, não separar, não revelar...
Não sinalizar.
E se apesar disso tudo,  se você ainda quiser que eu seja parte de você e da sua vida, então você merece o meu melhor.


Aline Vallim.


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Um vai,(Amém!) e o outro chega (Que bem!).

Engraçado como coisas que parecem urgentes perdem a força.
Você perdeu, me parecia ser algo que não era.
Tanto para o bem quanto para o Amém.
Parecia ser um homem com mais 
atitudes, com menos palavras bobas. Amém!
Parecia ser cafajeste, que sorte de quem tem seu coração. Que bem!
Encontrei alguém que não deixou o gostinho chato e azedo do quero
mais,se instalar.
Alguém que me fez parar de tentar fazer o carma me odiar.
Parei,não precisei.
O destino apitou e eu não tive que passar por isso.
Mesmo eu tendo tentado, não era pra ser parte dos meus anos contados com alegria.
Você foi ,como chegou... fulgaz!
E eu só quero agora que o meu kit kat boy fique, que o denguinho da madrugada perdure, que o sorriso e a leveza de tudo o que é dito com o coração e a intimidade que cresce a cada dia,seja pelo menos uma história gostosa.
E vai ser,porque com ele que  chegou,não tem conversa...Só tem a gente.
E se amanhã não for,eu ficarei feliz porque hoje eu tive você.


Aline Vallim.

E o seu maior medo, qual é?

Não existe o amanhã. Não existe o depois de amanhã, não existe o depois e tampouco os seus planos para o futuro. Não existe futuro. A gent...